Os jovens manifestantes da pátria amada estão em uma histeria pública enorme. Esqueceram-se do significado de "bom senso", e da ideologia democrática que carrega a pacificidade como primordial para as expressões públicas. Dentre outras verdades, muitos destes são aqueles que carregam bandeiras em "Marchas das Vadias", "Legalização da Maconha", "Pró-ativismo Gay" e "Fora Feliciano". Além disso, pra não deixar barato, são eles que dão um braço pelos 4, 5, 6, 7 (!) dias de Carnaval todos os anos. Muitos deles foram e serão autuados por dirigirem embriagados e, tantos outros, presos por outras infrações , dentre as quais posso destacar falsificação de documentos de identidade, falsidade ideológica, entre outras. Sim, de certo modo estou generalizando. Mas vou aliviar. Muitos deles são pessoas que se encaixam no perfil da Maria. É, a "Maria vai com as outras". Quiçá tivessem sua própria opinião! Cantam o Hino Brasileiro em praça pública, mas não lembram do mesmo na hora de votar. Pensam que a palha vai ficar acesa durante um bom tempo, contudo perderam a razão quando se dispuseram a incitar a violência. Manifestar, sim! É um ato de coragem e democracia. Violência, não!
Entretanto, como separar ambos? Nada fácil. A realidade é que as manifestações que o Brasil tem realizado não vão provocar mudanças imediatas como os próprios acreditam. Não serão "hashtags" no Facebook que irão mudar o rumo de uma nação de 190 milhões de pessoas. É um completo engano achar que protestos periódicos transformarão anos de história. Além disso, concernente à falta de respeito imposta pela baixa amostra de brasileiros de classe média alta que estava no jogo de inauguração da Copa das Confederações, tenho o que falar. A vaia direcionada à presidente da República foi apenas a ponta do iceberg. Esta, que revela a podridão de um país que não tem o mínimo de respeito pelas suas autoridades. E não defendo a presidente, mas defendo sim o valor de ser respeitoso e educado com quem representa. Diante de milhões de pessoas em todo o mundo, vimos um ato de ignorância pública. Aqui, dos Estados Unidos, fiquei envergonhado em ver um povo que sabe gritar, mas não sabe argumentar; que vaia e xinga, mas que na hora do vamos ver decide manter um governo sem escrúpulos no poder. Aplaudiram de pé a posse da autoridade; quero ver resolverem, em pé, os problemas que o país possui.
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